sábado, 4 de janeiro de 2014

Modernidade Insana - O começo da poesia

Modernidade Insana!


Uma música toca 
E as pessoas passam nas ruas
Sem perceber que tocam a sinfonia...
Sem notar que são a sinfonia...
Elas só correm ( correm a corrida na medida do homem, não do passo)
Elas só morrem, só sofrem em silêncio
E o time is money
E a vida corre,desesperada ,para caber em uma vida
E os planos partem, renascem e se refazem 
Mundo por quê corres com motor de combustão interna?
Corre para onde? De que corre?
E o ano se torna década!
A mãe vira avó!
O vivo vira morto!
Surge mais um ano novo...
Nesses tempos eternamente modernos...

Gabriel Medeiros Justino Lopes.

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